Tag: Vicente Ferreira da Silva

  • Filosofia e rito. Uma primeira meditação

    Ofício divino Dos Cadernos de Filosofia Adiada Antes de explicar no vídeo abaixo os motivos que me levam a crer que a vida filosófica autêntica tende a se realizar de modo especial através de ritos, preciso fazer um breve relato sobre as origens dessa meditação. Faz dois anos que conheci a obra de Peter Kingsley,…

  • O trabalho na fábrica é consequência necessária da missa?

    A primeira edição de A Fantasia Exata em 2026 está farta, Deo gratias. Abaixo, você encontrará 1) duas Notas de Andar e Ler sobre o que alguém chamou de novo “momento socrático” viabilizado por tecnologias recentes, 2) um texto sobre o caráter aporético da filosofia de Vicente Ferreira da Silva — com um esclarecimento do…

  • A caverna de Ítaca, segundo Porfírio, intérprete de Homero

    Retomo, no texto e vídeo abaixo, as discussões da série sobre a fantasia exata. Não é imprescindível ler o que ficou para trás, mas seria recomendável: “Quando a forma encontra o sentido“ (parte 1), “A arte contra o sonho” (parte 2) e “Da Vinci e sua caverna” (parte 3). A fantasia exata, parte 4 a.…

  • Nem sempre existiu filosofia; talvez tampouco existirá sempre

    Preâmbulo * Até 1º de novembro você pode adquirir meus livros com até 70% de desconto — veja lá. * Aos que me perguntaram: de fato, não estou mais encarregado do Boletim Cultural que o Seminário de Filosofia disparou semanalmente, via newsletter, ao longo de quase um ano. Os textos que escrevi não estão disponíveis…

  • Da Vinci e sua caverna

    Preâmbulo * Se ainda não conhece o novo programa de publicação de A Fantasia Exata, conheça. * Em breve meus cursos não estarão mais disponíveis na Hotmart (para novos alunos, entenda-se; se você já for aluno, não se preocupe, tudo continuará lá). Somente até a próxima sexta-feira (10) será possível ter acesso por tempo indeterminado…

  • A arte contra o sonho

    Preâmbulo * Foi reeditado no fim do ano passado, só agora descubro, O aventuroso Simplicissimus (1668-1669), de Grimmelshausen, há anos supervalorizado no mercado negro de livros. Escrevi um pouco a respeito dessa obra quixotesca talvez não tão importante quanto o Quixote, mas para mim bem mais engraçada, num texto em duas partes intitulado “A banalidade…