O Destino do Humanismo: uma leitura do "Fausto" de Goethe
- 4 Sections
- 23 Lessons
- 22h Duration
Introdução: uma visão geral do projeto humanista
O Destino do Humanismo
- Aula 1: Fausto "opresso pela livralhada"
- Aula 2: Fausto e a gruta
- Aula 3: A ação de Mefistófeles
- Aula 4: Margarida. O amor como problema
- Aula 5: O sono da cultura
- Aula 6, Parte 1: O palco do humanista
- Aula 7: O projeto humanista. Parte 1
- Aula 8: O projeto humanista. Parte 2
- Aula 9: O gozo da força
- Aula 10: O mundo histórico
- Aula 11: O Cego e a mulher
- Aula 12: A nova “aposta de Pascal”
Temas de pesquisa
Fausto (1832), de Goethe, é o mais importante poema da modernidade.
E é, conforme defendi nas 12 aulas de O Destino do Humanismo, um poderoso instrumento para a compreensão da modernidade e para a crítica do projeto humanista.
Com as atuais iniciativas de educação clássica e o renovado interesse acadêmico por línguas antigas, importa investigar o desenvolvimento moderno do humanismo, suas glórias e fracassos. A obra de Goethe nos propicia um ponto de vista privilegiado para tanto.
Fausto, o homem que faz um pacto com o demônio (na verdade, mais uma “aposta” do que um pacto), é um índice do potencial autodestrutivo da cultura do Ocidente. O mundo histórico tem a tentação de se tornar puramente historicista, fechado em si mesmo, e o intelectual tem a tentação de tornar o universo do saber um microcosmo autorreferente, uma espécie de cubo mágico a ser manipulado de maneira gratuita – mas não sem graves consequências.
A Segunda Parte do Fausto de Goethe, não à toa, se encerrará com a despedida de um velho mundo: o humanista, tornado empreendedor colonial, lança-se à destruição das próprias bases sociais e culturais que tornaram a existência dele possível.
Mais informações
Leia estes dois textos de introdução ao Fausto:
E assista a este vídeo.
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