O Destino do Humanismo: uma leitura do "Fausto" de Goethe

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Fausto (1832), de Goethe, é o mais importante poema da modernidade.

E é, conforme defendi nas 12 aulas de O Destino do Humanismo, um poderoso instrumento para a compreensão da modernidade e para a crítica do projeto humanista.

Com as atuais iniciativas de educação clássica e o renovado interesse acadêmico por línguas antigas, importa investigar o desenvolvimento moderno do humanismo, suas glórias e fracassos. A obra de Goethe nos propicia um ponto de vista privilegiado para tanto.

Fausto, o homem que faz um pacto com o demônio (na verdade, mais uma “aposta” do que um pacto), é um índice do potencial autodestrutivo da cultura do Ocidente. O mundo histórico tem a tentação de se tornar puramente historicista, fechado em si mesmo, e o intelectual tem a tentação de tornar o universo do saber um microcosmo autorreferente, uma espécie de cubo mágico a ser manipulado de maneira gratuita – mas não sem graves consequências.

A Segunda Parte do Fausto de Goethe, não à toa, se encerrará com a despedida de um velho mundo: o humanista, tornado empreendedor colonial, lança-se à destruição das próprias bases sociais e culturais que tornaram a existência dele possível.

Mais informações

Leia estes dois textos de introdução ao Fausto:

Um mosaico introdutório

Do humanismo ao terror

E assista a este vídeo.

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