




Algumas outras publicações
“Como a nação escreve em nós a sua autobiografia” é meu posfácio a O horizonte de consciência do brasileiro, de Olavo de Carvalho.
A nova edição de Vida do Padre Antônio Vieira, de João Francisco Lisboa, traz prefácio meu: “Um grego e um jesuíta”.
Escrevi um posfácio à Eneida traduzida por Carlos Ascenso André: “Manhã e noite do Ocidente”.
Também um posfácio a Angústia de Graciliano Ramos: “Ofício de escritor, vida de sururu”.
Meu ensaio “Dom Quixote salvo da fogueira” integra o livro A formação do imaginário.
Imerso em pensamentos, de Zena Hitz, traz prefácio meu.
Prefaciei ainda O ignorado, de Ângelo Monteiro: “Um poema pedagógico”.
Escrevi as orelhas para a segunda edição de A balada do cárcere, de Bruno Tolentino.
Aqui está um artigo acadêmico meu sobre “A Utopia de More como forma literária”.
“Como ler Jornal de Tímon: João Francisco Lisboa e seu dispositivo metaliterário” é a minha tese de doutorado.
Minha dissertação de mestrado, “Estruturas fundamentais dos gêneros literários”, também está disponível online.
Ah: traduzi Meditações do Quixote de Ortega e A fé revolucionária de James Billington.